Operadoras devem focar na gestão para sobreviverem em meio à diminuição de clientes

Operadoras devem focar na gestão para sobreviverem em meio à diminuição de clientes
Recente pesquisa do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) indica que o número de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares teve queda de mais de 3% no ano de 2016, encerrando o mês de setembro com um pouco mais de 48 milhões de vínculos, 1,5 milhão a menos que igual período do ano anterior. Com o atual nível de endividamento das famílias brasileiras, a previsão é de que haja um agravamento desse quadro, reduzindo ainda mais a quantidade de beneficiários nos próximos meses. Uma das consequências desse movimento do mercado seria a concentração de operadoras no mercado e redes hospitalares, o que ajudaria a diminuir os riscos gerados por esse cenário conjuntural.
O médico e especialista em Administração Hospitalar, pela Faculdade São Camilo, e em Gestão Hospitalar, pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), José de Lima Valverde Filho acredita que o melhor remédio para enfrentar a crise é a boa gestão, utilizando, principalmente, os recursos de uma maneira racional, com a criação de protocolos de assistência. Valverde Filho, que também é Coordenador de Acreditação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) e mestre em Avaliação pela Fundação Cesgranrio, aponta uma possível saída para as Operadoras de Saúde (OPS) diante dessa possibilidade de perda de receita.
Leia a entrevista na íntegra http://cbacred.org.br/noticias/2016/11/06.asp

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