
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Conferência Magistral: Cláudio Lottemberg - CEO da United Health Group Brasil
domingo, 5 de março de 2017
Gestão de custos impacta na sustentabilidade das instituições de saúde
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
CBA lança novo produto voltado para qualidade de instituições hospitalares e ambulatoriais
Se aprovadas, unidades podem receber selo prata ou ouro.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
CBA completa 18 anos!
segunda-feira, 5 de março de 2012
CURSO: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

CURSO: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
DATA: 22 E 23 DE MARÇO DE 2012.
INSTRUTOR: CELIO ARNULFO CASTIGLIONI GALVÃO
RESUMO: COMO UM PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COM FOCO NA EXCELÊNCIA PODE CONTRIBUIR DECISIVAMENTE PARA A EXCELÊNCIA NA GESTÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO DE ATENÇÃO À SAÚDE.
OBJETIVOS: SENSIBILIZAR E CAPACITAR OS PARTICIPANTES PARA A IDENTIFICAÇÃO E O TRATAMENTO DOS ASPECTOS FUNDAMENTAIS RELACIONADOS COM A GESTÃO ESTRATÉGICA TENDO POR FOCO A EXCELÊNCIA DE RESULTADOS
PUBLICO ALVO: PROFISSIONAIS COM NÍVEL DE ESCOLARIDADE SUPERIOR QUE DESEJAM ADQUIRIR COMPETÊNCIAS PARA A CONDUÇÃO DE UM PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE FORMA PARTICIPATIVA BEM COMO PARA SUA ADEQUADA IMPLEMENTAÇÃO NAS SUAS ORGANIZAÇÕES DE ATENÇÃO À SAÚDE
INVESTIMENTO: R$ 800,00 ( oitocentos reais)
CARGA HORÁRIA: 24 HORAS
Obs: Esta é uma disciplina eletiva do MBA Gestão da Qualidade em Saúde e Acreditação. As aulas serão teórica e prática.
INSCRIÇÕES
Inscrições realizadas pelos E-mails eventos@cbacred.org.br ou secretaria.eventos@cbacred.org.br – ou pelos telefones (21) 3299-8241 , (21) 3299-8202 e (21) 3299-8234.
http://www.cbacred.org.br/site/agenda-de-eventos/planejamento-estrategico/
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Curso forma avaliadores de acreditação em Saúde
Profissionais podem ser selecionados para serviços durante o curso
Voltado para médicos, enfermeiros, administradores e engenheiros com atuação na área de saúde, o curso vem tendo cada vez mais adeptos pelo fato do mercado de trabalho para o avaliador e técnico especializado em acreditação internacional estar em franca expansão, face ao crescimento acelerado do programa de acreditação no Brasil. Expansão que está expressa em números. Em 2007, o CBA tinha 25 consultores/avaliadores para atender 12 instituições acreditadas e 24 instituições em processo de acreditação. Hoje, são 40 consultores/avaliadores para 24 instituições acreditadas (hospitais, ambulatórios, unidades de cuidados continuados, empresa de transporte médico e programas de doenças específicas) e mais cerca de 60 instituições em processo de acreditação.
Face a essa demanda há a possibilidade de seleção imediata para trabalho, ainda durante o curso. “Ultimamente aproveitamos o curso para recrutar novos profissionais, aumentando nosso quadro de pessoal em função do crescimento de nossas atividades e carteira de clientes”, revela Heleno Costa Júnior, Coordenador de Educação do CBA. Segundo ele, muitos dos avaliadores e técnicos em acreditação internacional do CBA foram selecionados a partir desses cursos de formação realizados pela instituição.
Para participar do Curso de Introdução a Acreditação Internacional, que abordará os processos e técnicas focados na metodologia de acreditação internacional para a qualificação dos serviços de saúde, é preciso ter, no mínimo, 10 anos de formado, experiência mínima comprovada de 8 anos em atividades clínicas, técnicas ou gerenciais em sua área de formação e ter atuado por 5 anos em instituições de saúde. Além disso, ter domínio de informática e fluência em inglês é um ponto positivo.
As inscrições para o Curso de Introdução a Acreditação Internacional, que acontecerá de 03 a 05 de fevereiro, na sede do CBA, no Rio de Janeiro, podem ser feitas pelo próprio site do CBA (www.cbacred.org.br), que disponibiliza outras informações e a programação. Contatos também podem ser feitos pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou ainda pelo telefone (21)3299-8202 begin_of_the_skype_highlighting (21)3299-8202 end_of_the_skype_highlighting.
Autor: Cristina Miguez
Fonte: SB Comunicação
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Vida por um frasco: gerenciamento inadequado de medicamentos pode trazer riscos à saúde
Vida por um frasco: gerenciamento inadequado de medicamentos pode trazer riscos à saúde
No último mês, dois casos ganharam espaço na mídia mostrando a importância do gerenciamento de medicamentos para segurança ao paciente: o da menina Sthephanie dos Santos Teixeira, de 12 anos, que morreu ao ter injetada na veia vaselina ao invés de soro fisiológico, e o de um bebê de apenas dois meses, que recebeu vacina vencida em um posto de saúde na Bahia. Esses casos refletem na prática o que o Institute of Medicine dos Estados Unidos já levantou: mais de sete mil pessoas morrem anualmente e outros 1,5 milhão de pessoas sofrem graves danos por erros de medicação naquele país. Embora, no Brasil, não haja estatísticas oficiais sobre a questão, o programa para a Aliança Mundial de Segurança do Paciente da Organização Mundial de Saúde estima que pelo menos um paciente a cada dez sofra o dano inadvertido.
Visando melhorar a seguranca do gerenciamento de medicamentos, a Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations identificou cinco processos que merecem atenção especial: a seleção e obtenção do medicamento; a prescrição; o preparo e dispensação; a administração de medicamentos e; o monitoramento do paciente em relação aos efeitos dos medicamentos. Entrevistamos a médica especialista em Saúde e Administração públicas, Maria Manuela Alves dos Santos, atual superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) para saber dos principais problemas e soluções para esta área.
CBA - Como analisa estas duas situações envolvendo gerenciamento de medicamentos, ocorridas num espaço de uma semana?
Maria Manuela - A Organização Mundial de Saúde está muito preocupada com a questão dos medicamentos, e a JCI acompanhando esta preocupação criou um capítulo específico para este tema na terceira edição do Manual Internacional de Acreditação para hospitais. O capitulo abrange o gerenciamento de medicamento, desde a compra até o descarte final da embalagem. Todo processo que envolve medicamento é um processo de risco. O caso da menina Sthephanie foi resultado de uma troca de embalagens parecidas, contendo substâncias totalmente diferentes, o que demonstra uma falta de atenção e controle da segurança no que se refere a medicamentos por parte da organização hospitalar.
CBA - Quais foram os fatores preponderantes para ter havido esse incidente?
M.M. - Eu diria que foram três erros capitais. O primeiro foi colocar embalagens iguais em locais de alta frequência de profissionais e pacientes. Os frascos até podiam ser semelhantes, mas teriam de ter alguma marcação que diferenciasse as duas soluções. Poderiam ser tarjas de cores diferentes, ou letras maiusculas, código de barra, ou até mesmo identificação por raio infravermelho. O segundo foi a falta de capacitação profissional que ficou evidenciada no caso, principalmente quando a auxiliar de enfermagem responsável pelo caso diz que se confundiu. Fica evidente que não há um programa de treinamento de pessoal na unidade hospitalar. O terceiro erro diz respeito ao estresse do trabalho. Muitos profissionais de saúde atuam sob cargas horárias extenuantes, emendando plantões em unidades diferentes. Sabemos que a maioria de erros como este ocorrem ao final das jornadas de trabalho. O cansaço físico diminui o estado de alerta das pessoas proporcionando a ocorrencia de erros que poderiam ser evitados.
CBA - Quanto à confusão de embalagens, o que o manual de Acreditação Internacional recomenda?
M.M. - Todo medicamento, ao chegar a uma unidade, deve receber uma checagem no almoxarifado e estocado de forma que embalagens parecidas não fiquem próximas. A partir daí, todos os recipientes devem ser etiquetados, de preferência com códigos de barra, para haver uma leitura mais segura. Deve ser feita uma nova checagem antes de receber o pedido do posto de enfermagem, para etiquetar o recipiente com o nome do paciente e algumas informações sobre ele. Após a utilização do medicamento, deve-se fazer o descarte adequado. Muitos materiais podem ser reciclados e, outros devem ser tratados antes de ser descartados por conta de sua toxicidade.
CBA - E quanto às jornadas de trabalho?
M.M. - A recomendação é que as instituições cumpram a lei, que diz que uma carga horária de trabalho não pode passar de 8 horas. Mais do que isso, o profissional fica mais suscetível a ter menos atenção no trabalho.
CBA – Qual o local ideal e seguro para acondicionar medicamentos?
M.M. – O ideal é que seja em uma farmácia ou almoxarifado, onde haja supervisão permanente de um farmacêutico. Alguns medicamentos exigem refrigeração específica, como é o caso das vacinas. A temperatura de armazenamento deve ser rigorosamente a que está determinada para o acondicionamento da substância. Nem 1 grau a mais, nem 1 grau a menos.
CBA - A senhora acredita que este dois eventos servirão para as instituições hospitalares revejam seus conceitos sobre gerenciamento de medicamentos?
M.M. - Sim. Não só sobre medicamentos, como pela busca de uma qualidade contínua e segura para os seus pacientes. Os estabelecimentos de saúde precisam entender que precisam de normas. Mesmo porque, quando acontece algo, como o caso da menina Sthephanie, não é a funcionária a única responsável. No caso do gerenciamento de medicamentos cujo o processo é transversal na instituição tem que analisar toda a cadeia e identificar as barreiras que possam levar a erros tão graves quanto estes.
domingo, 28 de novembro de 2010
palestra Construção Sustentável e Empreendimentos Hospitalares
Construção sustentável: sinônimo de preservação ambiental e economia administrativa
No dia 14 de dezembro, o Consórcio Brasileiro de Acreditação promove a palestra Construção Sustentável e Empreendimentos Hospitalares, que tem como foco a sustentabilidade em hospitais. Para falar sobre a importância da sustentabilidade na construção civil, arquitetura hospitalar sustentável, a certificação LEED, as barreiras do mercado e o cenário ideal, o CBA convidou o arquiteto Arthur Brito e o engenheiro Marcos Casado, que apresentarão estudos de caso do Green Building Council Brasil (GBCB), entre eles, o do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, maior edifício de saúde, do mundo, a obter a certificação LEED GOLD.
Arthur Brito que é diretor de projetos da Kahn do Brasil e atou como principal planejador hospitalar para o Plano Diretor do Hospital Israelita Albert Einstein, assegura que a certificação LEED reduz significativamente o consumo de eletricidade e de água potável. “No caso do Hospital Albert Einstein, a redução no consumo de água chegou a 35% e de energia a 15%. Isto, além de um benefício para a sociedade, representa uma economia constante para o hospital”, pondera o arquiteto, que é professor do curso Aplicação de Ferramentas de Certificação Green Building para Empreendimentos Existentes.
Gerente técnico do GBCB e coordenador dos cursos de pós-graduação da instituição, Marcos Casado, ressalta que a certificação LEED exige alta eficiência energética, uso racional da água, qualidade ambiental interna, espaços sustentáveis com boa infraestrutura urbana e tecnologias ecologicamente apropriadas. Em contrapartida, destaca os benefícios na Construção Sustentável: “Temos a redução do consumo de água entre 30 e 50%, de energia, entre 20 e 30%, resíduos desviados de aterro, de 70 a 90%, e a redução de CO2 em torno de 30%. Para implantação deste conceito há um investimento maior, em torno de 2 a 7%, com uma redução do custo operacional entre 8 e 9%, o que justifica esse investimento inicial maior.”
No entanto, Brito alerta que o momento da decisão pela certificação é um fator importante para a gestão de custos. Segundo ele, o quanto antes a instituição optar por um projeto de edifício novo ou grande reforma, mais simples será sua conquista. “Se o LEED é uma opção desde o momento da escolha do terreno, antes do início dos projetos de arquitetura e engenharia, o atendimento aos seus requisitos pode ser feito sem adição de custo à obra e com enorme potencial de redução dos custos operacionais do hospital. Já se a decisão é tomada com projetos prontos, ou obra iniciada, o desafio é enorme”, assiná-la. Especialista em administração hospitalar e em sistemas de saúde, Arthur afirma ainda que a familiaridade com o processo de acreditação da JCI/CBA pode beneficiar um hospital a conquistar uma certificação LEED. “A experiência com o Hospital Israelita Albert Einstein demonstrou que a disciplina e prática documental requeridas pela acreditação JCI auxiliam no atendimento ao processo de certificação LEED.”
A palestra Construção Sustentável e Empreendimentos Hospitalares, que acontece às 14h do dia 14 de dezembro, no auditório da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil, Rua México 128, auditório 1120 do 11º andar, Centro –Rio de Janeiro – RJ, é voltada para engenheiros, arquitetos, profissionais e técnicos de saúde, e pessoas envolvidas com a proteção ao meio ambiente e a sustentabilidade. Para participar, basta doar uma lata de leite em pó ou um pacote de fraldas descartáveis nos tamanhos M ou G. As doações serão enviadas a uma instituição social para crianças. As inscrições devem ser feitas antecipadamente pelo e-mail eventos@cbacred.org.br. Mais informações através dos telefones (21)3299-8241 ou 3299-8240.


