sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo utiliza prontuário e prescrição médica eletrônicos em todas as suas unidades hospitalares


BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo utiliza prontuário e prescrição médica eletrônicos em todas as suas unidades hospitalares
Medida, incentivada em processos de acreditação pela JCI/CBA, é passo em direção ao nível paperless em hospitais totalmente digitais
Os hospitais BP Mirante e BP Hospital Filantrópico, unidades da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, foram avaliados com o nível 6 do Modelo de Adoção de Prontuário Eletrônico (EMRAM) pela Healthcare Information and Management System Society (HIMSS), a maior associação de informática em saúde do mundo. Já no Hospital BP (maior unidade hospitalar da instituição), a verificação por parte da HIMSS do uso do prontuário eletrônico está prevista para o início de 2018. No Brasil, apenas outros 8 hospitais têm a mesma classificação. Entre as instituições norte-americanas, apenas 29% são avaliadas nesse nível.
De acordo com a superintendente-executiva de Tecnologia da Informação da BP, Lilian Quintal Hoffmann, a adoção do prontuário eletrônico oferece mais segurança na tomada de decisões médicas e mais qualidade para o cliente no atendimento prestado. “Somos um polo de saúde em constante evolução e priorizamos o cliente em todas as nossas tomadas de decisão. Portanto, investir na implantação de um sistema de prontuário eletrônico foi bastante natural dentro de um cenário de esforço constante para oferecer um atendimento de excelência”, afirma a executiva.
O Modelo de Adoção de Prontuário Eletrônico recomenda a utilização progressiva de tecnologias que suportam o processo assistencial e define oito estágios evolutivos, do 0 ao 7, e com requisitos específicos que os hospitais devem atender para conquistar a classificação de cada etapa. Um hospital estágio 0 não possui qualquer tipo de sistema ou tecnologia de apoio à assistência ao cliente, enquanto uma instituição estágio 7 é considerada totalmente digital, com intenso e amplo uso de tecnologias fundamentais para a qualidade do cuidado e segurança do cliente.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Humanização e Acolhimento no ONCOCENTRO

Humanização e Acolhimento no ONCOCENTRO Em setembro de 2017, a Oncocentro Belo Horizonte, recebeu o Selo de Ouro (Gold Seal Of Approval) da Joint Commission International - JCI, entrando para a seleta lista de organizações Acreditadas para Assistência Ambulatorial, sendo a primeira a obter essa certificação em Minas Gerais. A JCI é líder mundial em acreditação de cuidados de saúde e autora e avaliadora dos mais rigorosos padrões internacionais em qualidade e segurança do paciente. Este selo reflete o compromisso da Oncocentro em fornecer cuidados seguros e eficazes aos nossos pacientes.
http://www.oncocentro.com.br/br/p/2266/humanizacao-e-acolhimento.aspx

O CBA deseja a todos um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

www.cbacred.org.br 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Inteligência artificial amplia segurança dos pacientes do Hospital 9 de Julho

Inteligência artificial amplia segurança dos pacientes do Hospital 9 de Julho
Sistema de monitoramento inteligente, produzido em parceria com a Microsoft, informa a equipe assistencial sobre situações de risco

Uma tecnologia inédita, que utiliza a inteligência artificial para prevenir quedas de pacientes internados desenvolvida pela Microsoft está sendo aplicada em pacientes do Hospital 9 de Julho (SP). A unidade foi escolhida pela empresa de tecnologia por ser um hospital que segue padrões internacionais de qualidade e segurança na assistência aos pacientes.
Para a gerente de qualidade do Hospital, Ana Paula Mikulenas, a tecnologia é uma importante aliada na busca constante pela excelência no atendimento e vai ao encontro das recomendações do Consórcio Brasileiro de Acreditação/Joint Commission International.
O sistema, desenvolvido pela equipe do Laboratório de Tecnologia Avançada (ATL) da Microsoft, faz o monitoramento dos pacientes por meio de um algoritmo que ‘reconhece’ movimentos que representam riscos e que podem levar a uma queda. Uma câmera instalada no quarto detecta movimentações do paciente como, paciente sentado na cama, grades abaixadas, pernas por cima da grade da cama, pacientes deitados muito próximos à beira do leito, entre outros. As informações são processadas em tempo real por algoritmos avançados que geram alertas e identificam eventos.
Assim que um destes movimentos fora do padrão é detectado, um alerta é emitido imediatamente à equipe de enfermagem, por meio de um sistema de comunicação, que integra voz e mensagens de texto. O alerta é enviado também ao Posto de Enfermagem. “Durante a internação, é natural estarmos fragilizados e é papel do Hospital oferecer ao paciente todo o conforto e segurança”, Ana Paula.

Cirurgia segura: como melhorar a segurança e evitar falhas?

Cirurgia segura: como melhorar a segurança e evitar falhas?
* Por Rima Farah

Não é de hoje que instituições e profissionais da área de saúde dedicam-se à segurança do cuidado ao paciente buscando minimizar possíveis erros. Marco desse processo, o documento “Errar é humano: construindo um sistema de saúde mais seguro“, lançado em 1999 pelo Instituto de Medicina (IOM, em inglês), já constatava a morte anual de milhares de pacientes nos hospitais norte-americanos por causa de danos causados durante a prestação dos cuidados.
Embora o levantamento correspondesse à realidade local, o fato é global. Tanto que governos, instituições e organizações, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Instituto Ibero-Americano de Eventos Adversos, entraram nessa luta pela segurança e qualidade em saúde.
De acordo com a OMS, a segurança do paciente corresponde à redução, ao mínimo aceitável do risco, de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. O grau de complexidade que o cuidado de saúde atualmente apresenta, com novas tecnologias, novos tratamentos e medicamentos de alta vigilância, exige que sejam desenvolvidas e implementadas estratégias para a segurança do paciente em serviços de saúde.
É fundamental que as instituições implementem uma cultura de segurança baseada em liderança, trabalho de equipe, comunicação, capacidade de aprender com os erros, justiça (reconhecendo os erros como falhas no sistema, ao invés de falhas individuais e, ao mesmo tempo, não coibindo de responsabilizar os indivíduos por suas ações), cuidado centrado no paciente e prática baseada em evidência. Entre os desafios globais lançados pela OMS e pela Joint Commission International (JCI) estão as Metas Internacionais de Segurança do Paciente, também destacadas na 6ª edição do manual de Padrões de Acreditação da Joint Commission International (JCI) para Hospitais.
A Meta 4, especificamente, propõe o compromisso de garantir cirurgia segura, tendo em vista que a cirurgia é um componente essencial dos cuidados de saúde em todo o mundo, tendo alcançado um alto índice de complexidade pela incorporação de novas tecnologias, como a microcirurgia e a robotização, movidas através de meios menos invasivos como a artroscopia e a padronização de procedimentos cirúrgicos, baseados em evidências apresentadas por pesquisa e nos princípios da segurança e da qualidade. No passado, para se realizar uma cirurgia ou procedimento invasivo seguro, o foco considerava principalmente fatores de risco da doença e o desempenho do médico (conhecimento, destreza e precisão técnica individual). Atualmente, sabe-se que o resultado da cirurgia e do procedimento invasivo está condicionado à qualidade do cuidado recebido na instituição e ao desempenho da equipe multiprofissional de saúde, sob influência do ambiente em que trabalham.
Eventos adversos como ocorrência de cirurgias em sítio errado, complicações anestésicas, corpo estranho deixado no corpo do paciente durante o procedimento, deiscência de ferida operatória, desordem fisiológica e metabólica pós-operatória, reações adversas a drogas ou alérgicas sabidamente de risco para o paciente, embolia pulmonar ou trombose venosa profunda no pós-operatório, falência respiratória pós-operatória, hemorragia ou hematoma pós-operatório, infecção de ferida pós-operatória, óbitos de pacientes cirúrgicos com graves complicações tratáveis, pacientes com eventos adversos devidos a procedimentos cirúrgicos, sepse pós-operatória, além de indicadores relacionados a eventos obstétricos devem ser monitoradas e reduzidas. A lista de verificação cirúrgica e outras ferramentas foram introduzidas como estratégia para reduzir os eventos adversos em cirurgia, tornando-a mais segura. Mesmo assim, estatísticas mais recentes indicam que a taxa de complicações evitáveis em cirurgia permanece insistentemente alta.
Frente a este preocupante cenário, o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) e o Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) desenvolveram um modelo de certificação com o objetivo de assegurar a eficiência nos procedimentos cirúrgicos dos hospitais brasileiros e dar mais assertividade a esses métodos. A Certificação em Segurança e Qualidade em Cirurgia Segura e Procedimentos Invasivos tem como principais objetivos enfatizar a importância da cultura da segurança e do comportamento seguro no processo cirúrgico, garantindo o cumprimento de técnicas seguras em todas as etapas que envolvam o escopo de uma cirurgia; aprimorar a educação dos profissionais; melhorar o gerenciamento do risco e fortalecer a confiança da comunidade na instituição de saúde.

* Rima Farah é enfermeira, com formação em Psicologia (IBMR-RJ), especialização em administração hospitalar pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Avaliação de Sistemas, Programas e Instituições pela Fundação Cesgranrio. Atualmente, atua como educadora para a melhoria da qualidade e segurança assistencial em instituições de saúde no Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), parceiro associado da Joint Commission International, no Brasil. É ainda supervisora de projetos da Coordenação de Educação do CBA. 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Certificação de Programas de Cuidados Clínicos


Certificação de Programas de Cuidados Clínicos
Enquanto a acreditação contribui para demonstrar o compromisso geral de uma organização em termos de qualidade e segurança dos cuidados, a Certificação de Programas de Cuidados Clínicos (CCPC) revela a excelência em áreas específicas, promovendo melhores resultados através da integração e coordenação dos cuidados. A certificação de programa de cuidados clínicos (CCPC) demonstra excelência na integração e coordenação de cuidados para o tratamento de uma doença específica.
Diferente da acreditação, a certificação de programa de cuidados clínicos (CCPC) demonstra excelência na integração e coordenação de cuidados para o tratamento de uma doença específica.
A certificação não está relacionada ao status de acreditação de uma organização, porém se uma organização tem um ou mais programas elegíveis para certificação, a organização deve obter a certificação pela JCI para ser elegível para a certificação subsequente.
Programas de Cuidados Clínicos elegíveis para certificação
Abaixo estão enumerados o conjunto de 15 programas elegíveis para a certificação, desde que funcionem dentro de instituições de saúde já acreditadas pelo CBA-JCI:

  • Insuficiência cardíaca
  • Infarto agudo do miocárdio
  • Acidente vascular encefálico primário
  • Doença renal crônica (estágios I a IV)
  • Cuidados paliativos (todos os tipos)
  • Gerenciamento de HI+V/AIDS
  • Gerenciamento da dor
  • Substituição de articulações (todos os tipos)
  • Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
  • Diabetes mellitus (tipos 1 e 2)
  • Doença renal em estágio final
  • Traumatismo craniano
  • Câncer (todos os tipos)
  • Asma
  • Transplante(todos os tipos)
http://www.cbacred.org.br/certificacao/

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Entrevista: Paula Wilson Presidente da Joint Commission International


Falta de condições de trabalho afasta médico jovem da rede pública de atendimento

Falta de condições de trabalho afasta médico jovem da rede pública de atendimento

Entre os fatores que dificultam a adesão dos médicos jovens ao serviço público, o principal é a falta de condições adequadas de trabalho. Ela foi apontada por 91,6% dos entrevistados em pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Também foram apontados como aspectos impeditivos a ausência de perspectiva de carreira e a baixa remuneração no âmbito do SUS (70,5%), assim como a necessidade de vários vínculos empregatícios para compor a renda (64%) e a carga horária excessiva (60,3%).
Ainda sobre esse tema, 84% dos egressos declararam que a qualidade das condições de trabalho é o principal determinante para fixação em um emprego ou município, após o fim da graduação ou da residência médica. Em seguida, foram apontados o nível de qualidade de vida (66,2%) e a remuneração (63,1%).
A intenção de continuar o processo de formação e capacitação após o recebimento do diploma de médico foi manifestada pela maior parte dos egressos. É o que pretendem 80,2% dos entrevistados que planejavam cursar residência médica. Desses, 57,8% queriam fazer pós-graduação em uma instituição de ensino diferente daquela onde estudou, e 22,4% pretendiam ficar na mesma escola.
Em relação às grandes áreas de atuação da medicina, 56,7% dos egressos afirmaram ter interesse em atuar na clínica médica, e 30,6%, na cirurgia. Apenas 5,7% manifestaram vontade de investir numa formação em medicina diagnóstica, e 3% gostariam de se preparar para atuar nas áreas de docência, pesquisa e gestão.
Entre as especialidades, a primeira opção dos entrevistados que pretendiam fazer residência médica recai sobre a pediatria. Ela foi citada como a preferida por 12,3%. Na sequência, vieram a clínica médica (11,5%), a cirurgia geral (8,8%), a ginecologia e obstetrícia (8,6%) e a anestesiologia (7,1%).
Esses percentuais também estão próximos dos dados registrados na Demografia Médica no Brasil 2015, pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) com o apoio do CFM e do Cremesp, que aponta a clínica médica como a especialidade com o maior número de especialistas (35.060), seguida de perto pela pediatria (34.637), cirurgia geral (29.200), ginecologia e obstetrícia (28.280) e anestesiologia (20.898).
Essas cinco especialidades somam 45% do total de especialistas brasileiros e são a preferência de 48,3% dos recém-formados. A especialidade medicina de família e comunidade, cujas vagas foram ampliadas recentemente e passou a ser pré-requisito para várias outras especialidades, conta com a preferência de apenas 1,5% dos recém-formados.
Finalmente, o estudo revela a preferência dos médicos jovens de desenvolver sua carreira nos municípios onde nasceram. Essa é a posição declarada por 45,6% dos entrevistados, que declararam intenção ou desejo de exercer a medicina em seu município natal. Por sua vez, 18,5% consideram mais atraente a cidade onde concluíram a graduação; 13,5% preferem o local de residência médica; e 22,4% procurariam outra localidade, completamente diferente das opções anteriores.
A pesquisa do CFM contou com o apoio da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e buscou avaliar diferentes percepções dos egressos sob aspectos da vida profissional e sua relação com à medicina.
Fonte: Jornal Medicina 270

World Health Statistics 2017: Monitoring health for the SDGs


World Health Statistics 2017: Monitoring health for the SDGs


The World Health Statistics series is WHO’s annual compilation of health statistics for its 194 Member States.
World Health Statistics 2017 compiles data on 21 health-related Sustainable Development Goals (SDG) targets, with 35 indicators, as well as data on life expectancy. This edition also includes, for the first time, success stories from several countries that are making progress towards the health-related SDG targets.

Read the report
Read the news release
Browse the SDG data visualizations dashboard

http://www.who.int/gho/publications/world_health_statistics/2017/en/

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

CBA e IBROSS certifica Organizações Sociais de Saúde com selo de Acreditação de Qualidade


Parceria inovadora entre CBA e IBROSS certifica Organizações Sociais de Saúde com selo de Acreditação de Qualidade
By Maria Fernanda Rodrigues
O Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), entidade representativa nacional com cerca de 25 principais instituições filantrópicas sem fins lucrativos que gerenciam hospitais e outros serviços de saúde por meio de contratos ou convênios com secretarias municipais e estaduais, e que empregam 95 mil pessoas, lançou um programa para conceder selos de Acreditação às OSS que cumprirem uma série de normas de governança e qualidade.
O objetivo é atestar e reconhecer as instituições que realizam um trabalho sério, com o cumprimento das metas quantitativas e qualitativas, de acordo com as diretrizes estabelecidas pelos gestores públicos. A Acreditação tem foco na gestão e seus reflexos no cumprimento de responsabilidades sobre os contratos sob gestão. O Ibross defende que as OSS trabalhem com transparência na prestação de contas e de forma colaborativa com os órgãos controladores.
A avaliação ocorrerá através de uma avaliação da gestão da OSS e a avaliação aleatória de unidades assistenciais sob responsabilidade da OSS. No mínimo 3 unidades serão avaliadas, por um processo de autoavaliação checado, posteriormente, in loco. Após a avaliação e alcance da pontuação, o CBA e IBROSS irão certificar e registrar as OSS Acreditadas.
O processo será desenvolvido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), associado no Brasil da Joint Commission International, líder mundial em certificação de organizações de saúde desde 1998. Para isso, o CBA desenvolveu um Manual de Acreditação com critérios e padrões técnicos que serão utilizados para avaliar e qualificar os serviços prestados aos pacientes, capacitação de funcionários, administração dos recursos financeiros e a busca por resultados. Após a avaliação e alcance da pontuação, o CBA e IBROSS irá certificar e registrar as OSS Acreditadas.
De acordo com o presidente do Ibross, Renilson Rehem de Souza, a aplicação de uma metodologia de certificação consolidada é essencial para que as organizações sociais façam a gestão dos serviços públicos de saúde, buscando padrões de qualidade cada vez mais elevados.
“Podemos considerar a transparência na prestação de contas e o fortalecimento do Projeto de Acreditação como os dois principais pilares de atuação do Ibross. Nosso compromisso é de respeito aos recursos públicos e no trabalho para ampliar e melhorar os serviços de saúde gerenciados pelas OSS em benefício de todos os brasileiros”, afirma Renilson.
Segundo a superintendente do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA), Dra. Maria Manuela Alves dos Santos, a parceria Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) e IBROOS é inovadora, no sentido de acreditar a forma de gestão das Organizações Sociais de Saúde (OSS) em relação às unidades que gerenciam, sejam elas estaduais ou municipais.
“O que se espera, é que a acreditação ajude a elevar o patamar dos serviços prestados pela OSS, já que esse é um sistema de avaliação para a melhoria da qualidade e segurança, através da gestão eficiente. Para isso o CBA, com expertise de mais de 18 anos de atuação na área da saúde, desenvolveu padrões e manual de qualidade voltados, exclusivamente, para a acreditação das OSS. O manual contempla 19 padrões com 76 itens avaliativos. Serão avaliadas, além da própria OSS, 3 unidades que a OSS mantém contrato, sendo que serão observados 9 critérios relativos à segurança dos cuidados e 6 referentes à gestão. A acreditação de OSS é uma ferramenta para avaliar a qualidade e segurança dos processos da matriz, ou seja, a OSS. No entanto, o CBA fará visita a 3 unidades para avaliar, in loco, como está a gestão da OSS nessas unidades. Vale ressaltar, que o certificado de acreditação é conferido somente à OSS e não, as unidades visitadas”, ”, completa Maria Manuela.
Sobre o Ibross
A criação do Ibross ocorre após quase 20 anos de implantação do modelo de Organizações Sociais de Saúde (OSS) para a gestão de serviços da rede pública no Brasil. No Estado de São Paulo, as OSS sugiram em 1998, respaldadas por uma lei nacional que possibilita aos governos estaduais, municipais e distrital firmar parcerias com instituições, obrigatoriamente de caráter filantrópico e sem fins lucrativos, para a gestão de serviços públicos de saúde.
Nos contratos de gestão, estabelecidos por meio das secretarias de saúde, o governo continua o responsável pela definição dos serviços que devem ser prestados e quais os indicadores de qualidade a serem observados. Já as OSS devem cumprir metas quantitativas e qualitativas ao assumirem o gerenciamento das unidades de saúde.
As experiências e resultados positivos das parcerias entre as organizações sociais e o poder público, fizeram com que o modelo de gestão de OSS ganhasse credibilidade, sendo replicado por outros municípios e estados do Brasil. Nos últimos anos, mais de 200 municípios, administrados por diferentes partidos, firmaram contratos com instituições filantrópicas para a gestão de hospitais, ambulatórios, clínicas de especialidades, centros de distribuição de medicamentos e atendimento móvel de urgência, entre outros.
Nesse contexto, o Ibross foi criado não só pela necessidade de esclarecer e informar a sociedade sobre o modelo de gestão de OSS e como ele funciona junto ao governo, mas também com a finalidade de aperfeiçoar a prestação de serviços para a população usuária da rede pública. Com sede administrativa em Brasília, o instituto conta atualmente com 20 entidades associadas, que atuam em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) – Cristina Miguez
saiba mais em http://www.cbacred.org.br/acreditacao/acreditacao-de-organizacoes-sociais-de-saude.asp

Fonte: IBROSS

Live CBA - Cirurgia Segura



Curso online e ao vivo ensina como ter qualidade e segurança em cirurgias e procedimentos invasivos

No dia 7 de novembro, de 8h30 às 13h00, o Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) promove a Live Cirurgia Segura, transmissão, ao vivo, do curso Introdução aos Padrões do Manual de Cirurgia e Procedimentos Invasivos Seguros. A aula será ministrada pelo coordenador de Acreditação do CBA e membro do Comitê Internacional de Padrões da Joint Commission International (JCI), José de Lima Valverde Filho, e permitirá interação em tempo real entre os participantes e o docente.
Voltado para profissionais com ensino superior nas áreas da saúde, administração e engenharia (relacionados à gestão ou prática em serviços de saúde), o curso vai abordar os padrões referentes à estrutura, processos e resultados aplicáveis aos procedimentos cirúrgicos e invasivos e atentar para a importância de adesão e conformidade com padrões relacionados às etapas que antecedem, ocorrem imediatamente antes, durante, logo após e sucedem as cirurgias e procedimentos invasivos.
Além disso, vai abordar a lista de verificação para cirurgia segura da Organização Mundial da Saúde (OMS) e falar sobre a Certificação em Segurança e Qualidade em Cirurgia Segura, desenvolvida pelo CBA e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), que visa assegurar a eficiência e dar mais assertividade aos procedimentos cirúrgicos dos hospitais brasileiros.
Como funciona?
A instituição ou profissional interessado, receberá um login de acesso à plataforma CBA de Cursos Online e poderá assistir as aulas e tirar dúvidas em tempo real. Após a transmissão, terá acesso às videoaulas e apresentações pelo período de 30 dias.
Grupos ou instituições que desejarem, podem contar presença de um educador do CBA para acompanhar e responder questionamentos dos profissionais que estiverem presentes no local ao longo do dia.
Para saber como contratar o educador e para outras informações sobre a Live Cirurgia Segura, acesse http://ead.cbacred.org.br/curso/live-cba-introducao-aos-padroes-do-manual-de-cirurgia-e-procedimentos-invasivos-seguros-cba-e-cbc.




quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Revista Acreditação em Saúde


Tecnologia para redução de eventos adversos e segurança e qualidade no ato cirúrgico são destaques da nova edição da Revista Acreditação em Saúde
“A padronização de procedimentos é o caminho para aumentar segurança e qualidade no ato cirúrgico”. A afirmação é do ex-vice-presidente de Acreditação e Normas da Joint Commission International (JCI), Paul vanOstenberg, em artigo que abre a 13ª edição da Revista Acreditação em Saúde, publicação do Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) que reúne ações de melhorias da qualidade realizadas por instituições brasileiras acreditadas pela JCI, organismo ao qual o CBA é associado no Brasil.
O artigo cita os obstáculos à segurança cirúrgica no Brasil e no resto do mundo e ressalta a importância da Certificação Cirurgia Segura, lançada pelo CBA em parceria com o Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), que busca assegurar a eficiência nos procedimentos cirúrgicos, motivados por um cenário em que é alta a taxa de eventos adversos cirúrgicos, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Nas páginas seguintes, a Revista mostra experiências de instituições acreditadas pelo CBA/JCI, que se utilizam de padrões internacionais e desenvolvem programas próprios capazes de elevar o patamar da assistência e garantir uma gestão mais eficiente. É o caso do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que acaba de implantar mudanças em sua Diretoria Assistencial, integrando as equipes multiprofissionais e favorecendo a troca de conhecimentos, trazendo segurança e proporcionando melhor experiência ao paciente. Essa integração também foi efetiva no Hospital do Coração, o HCor (SP), com a adoção de quatro projetos de boas práticas, com bases teóricas e práticas do Institute for Healthcare Improvement (IHI).
Outra medida em destaque na Revista tem foco em ampliar os cuidados e a segurança dos pacientes internados com a adoção de tecnologias. Um exemplo é experiência entre o Laboratório de Tecnologia Avançada (ATL), da Microsoft, e o Hospital 9 de julho (SP), que prevê quedas dos pacientes, monitorando possíveis situações de risco com o auxílio de inteligência artificial.
O programa de gerenciamento de medicamentos adotado pelo Hospital São Vicente de Paulo (RJ) também revela que, em apenas seis meses, cerca de mil medicamentos foram devolvidos à farmácia interna da unidade, graças a adoção de um novo sistema para melhor gerenciar a dispensação e a administração de fármacos aos pacientes internados.
“Essas e outras ações mostram como a acreditação internacional colabora para a melhoria da qualidade, segurança e gestão dos serviços de saúde”, comenta Cristiane Henriques, gerente do departamento de Marketing e Comunicação do CBA, que reforça a importância da Certificação da Segurança e Qualidade em Cirurgia e Procedimentos Invasivos: “É inadiável a implantação do check-list de cirurgia segura e de outros padrões de segurança. Com isso, muitos eventos sentinelas e adversos poderiam ter sido evitados. Os hospitais precisam estar vigilantes”.
Todo conteúdo da Revista Acreditação em Saúde pode ser acessado pelo link: http://www.cbacred.org.br/publicacoes/revista-acreditacao-saude